CONGRESSOS 

 

VI CONGRESSO INTERNACIONAL DE JORNALISMO DE LÍNGUA PORTUGUESA (Lisboa, 2005) – Dedicado ao tema “Media e a Cidadania”, decorreu nos dias 10 e 11 de janeiro, em Lisboa, no Forúm Picoas. O congresso abordou as questões mais atuais da atividade jornalística promovendo uma reflexão aprofundada sobre as suas componentes técnicas, éticas e sociais, sobretudo na perspetiva do papel da informação do futuro. O congresso levou os jornalistas a discutirem alguns dos principais problemas com que se defronta a profissão. Do papel do jornalismo na formação da opinião pública às dificuldades impostas pelo funcionamento dos tribunais, vários casos foram abordados tendo em conta as especificidades dos países em causa.

V CONGRESSO INTERNACIONAL DE JORNALISMO DE LÍNGUA PORTUGUESA (Recife, 2000), organizado conjuntamente pelo Observatório da Imprensa (Portugal) e pelo LABJOR (Brasil). Realizou-se no Recife, Brasil, em junho de 2000, sob o tema genérico “500+500: um olhar no passado, um passo para o futuro”. O programa desdobrou-se em sessões plenárias e mesas redondas. As sessões plenárias abordaram os eixos temáticos do Congresso: a ética e a crítica da media, as novas tecnologias e a comunicação do futuro, o humanismo, a cidadania e o jornalismo Contou com cerca de 1000 participantes, 60% brasileiros e 40% de portugueses e africanos.

IV CONGRESSO INTERNACIONAL DE JORNALISMO DE LÍNGUA PORTUGUESA (Macau, 1999), organizado pelo Observatório da Imprensa (Portugal), em parceria com a LABJOR (Brasil) o IV Congresso teve lugar em Macau, entre 7 e 9 de junho de 1999. Subordinado ao tema genérico “Jornalismos Palavras e Imagens, encontro de Culturas”, o congresso abordou as questões mais atuais da atividade jornalística, promovendo uma reflexão aprofundada sobre as suas componentes técnicas, éticas e sociais, sobretudo na perspetiva de uma aproximação cultural potenciada pela penetração dos media no espaço cultural lusófono.

III CONGRESSO INTERNACIONAL DE JORNALISMO DE LÍNGUA PORTUGUESA (Lisboa, 1997), organizado pelo Observatório da Imprensa (Portugal), em parceria com o LABJOR (Brasil). Reuniu-se nos espaços da Culturgest, em Lisboa, entre os dias 21 e 24 de abril, com a presença de profissionais dos media dos sete países de língua oficial portuguesa, de Macau, de Timor e de várias comunidades lusófonas no estrangeiro. Subordinado ao tema “Jornalístico, um humanismo servido quente na bandeja da tecnologia”, o congresso tratou de jornalismo e não só de jornalistas: houve momentos para aprofundamento do debate e troca de experiências, em matéria de marketing das empresas jornalísticas, ensino do jornalismo, estudo sobre os media e ainda demonstrações das novas tecnologias aplicadas à produção jornalística.

II CONGRESSO INTERNACIONAL DE JORNALISMO DE LÍNGUA PORTUGUESA (Rio de Janeiro, 1994), organizado pelo LABJOR (Brasil) e pela revista Imprensa (Brasil), em parceria com o Observatório da Imprensa (Portugal). O encontro aglutinou cerca de 200 jornalistas dos sete países de língua oficial portuguesa, além de representante do governo de Timor Leste e membros da corporação jornalística nas comunidades de imigração luso-afro-brasileira residentes no Japão, Canadá e EUA.

 

COLÓQUIOS E DEBATES

 

TERTÚLIAS DO ALTO (2008 e 2009) – Série de seis conferências sobre temas de saúde. Temário: Serviço Nacional de Saúde – 30 anos. Que futuro?”; Financiamento e Sustentabilidade em Saúde?”; Política e Medicamento; Cuidados de Saúde Primários; Carreiras Médicas; Medicamentos Genéricos. Organização pelo OI com O Tempo Medicina e Circulo Médico – Comunicação e Design.

QUE FAZER DA RTP? (2001) – Debate de um dia, no Forum Picoas,  acerca da acutilante questão do serviço público de televisão em Portugal e da empresa que possui o respectivo contrato de concessão – a RTP. Com a empresa pública de televisão na mais incerta encruzilhada da sua existência, discussão sobre a forma como tem prestado as obrigações de serviço público e a definição do seu futuro transformou-se num dos principais temas da agenda nacional e da campanha para as legislativas. Em vésperas de um ato eleitoral determinante para a vida de uma empresa financiada pelos contribuintes, ter sido do interesse da sociedade civil saber o que pensavam do tema quem nos principais partidos políticos detém o respetivo pelouro, quem faz televisão e quem de alguma outra forma produz reflexão ou detém influência sobre o sector audiovisual.

OS MEDIA E O ABORTO (Lisboa, 1998) – “Será que os jornalistas e os órgãos de informação portugueses têm sabido manter a distância? Ou será que, pelo contrário, passaram a informar este tema com paixão e parcialidade?” – Este foi o tema colocado à discussão no colóquio realizado um mês antes do referendo sobre a despenalização do aborto.

PORTUGAL DAS REGIÕES, PORTUGAL REGIÃO DA EUROPA (Lisboa, 1998) – Debate sobre as propostas de regionalização do país.

POLÍTICA DE COOPERAÇÃO E O FUTURO DA CONVENÇÃO DE LOMÉ (Lisboa, 1998) – O Observatório da Imprensa recebeu em Lisboa 50 jornalistas dos países de África, das Caraíbas e do Pacífico (ACP). Em Lisboa entre 25 e 28 de Setembro, vieram de 50 origens – desde o Tonga, das Ilhas Virgens, da Namíbia, do Egipto, ou de Angola -, e pela primeira vez, puderam discutir em conjunto os problemas da liberdade de expressão nos seus países.

O RIGOR DA NOTÍCIA (Porto, 1996) – Conjuntamente com a Alta Autoridade para a Comunicação Social, o Observatório da Imprensa organizou no Porto o colóquio “O Rigor da Notícia”, dirigido a profissionais da informação e comunicação e a estudantes. A questão do rigor da notícia, segundo a maioria dos participantes, passa por uma responsabilidade que não é exclusiva dos jornalistas; editores e leitores devem participar também na análise destas questões.

O SERVIÇO PÚBLICO DE RÁDIO E TV (Culturgest, Lisboa, 1996) – A oportunidade deste debate nasceu da necessidade de clarificar ideias e modelos em confronto na sociedade portuguesa.

NOTÍCIAS VALEM VOTOS? (Lisboa, 1996) – Encontro de direções dos diferentes OCS com o propósito do estabelecimento de um código de conduta quanto ao procedimento a assumir nas eleições presidenciais.

 

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